terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Não dos móveis, mas dos lugares por onde andei.

Certo agora estou, de que lá na frente não vou me recordar dos móveis, das roupas ou das coisas, mas sim me lembrarei com prazer (assim espero) dos cheiros, sorrisos, das brisas do mar, dos sabores, das pessoas e dos lugares por onde passei.
Viver é caminhar, é descobrir, é viajar!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Nu.



  (imagem-Google)

Nu, pelado, ao vento!
Sim, sem vergonha, sem medo; sem nada!
Com fé, propósito e amor!
Tira a roupa! Os sapatos, brincos, acessórios; tira tudo meu bem.
Vem! Sem nada, só você!
Trás o corpo, mas não esquece a alma.
Hei, deixa a tua vergonha em casa, larga o pudor e a opinião formada.
Esquece rapaz, vem logo! Deixa eles falaram, comentarem, fofocarem.
Deixa eles dizerem ao mudo sobre nós, quem se importa? Deles eu não quero nada!
Eu não quero expressar opinião, não sobre tudo!
Eu não sei sobre tudo.

Vem! Nu, pelado.
 Eu também quero ficar nu e pelado ao teu lado!
Vou tirar a roupa, quem sabe o medo sai junto. 
Vou me despir da vergonha, da ignorância e da lentidão de viver e ser.

Eu vou. Vou sim!
Vou lá, sair daqui e sorrir.
Eu vou sim!
Vou tirar a roupa e correr pelado, só comigo sabe? Com os testículos e pensamentos a mil.
Vou sem nada!
Vou sim.
Vou! Até mesmo sem você. Mas vou.
Vou ficar pelado.
Nu.
 
Camaleão sentimentalista © Todos os direitos reservados :: voltar ao topo